Contêineres em Máquinas Virtuais ou Bare Metal: Há uma Escolha Clara

Quando os containers surgiram na cena tecnológica, eles desencadearam um intenso debate que continua até hoje: os containers devem rodar em máquinas virtuais ou diretamente em servidores bare metal? Um novo white paper da IDC, assinado por Gary Chen, Diretor de Pesquisa, esclarece a questão com insights que podem surpreender muitos na indústria.
Os Dados Contam a História
A IDC prevê que 85% dos containers rodarão em VMs até 2028, continuando uma tendência que já é dominante nos data centers atuais. Isso não é mera especulação – baseia-se em como as maiores implantações de containers do mundo operam de fato em ambientes de produção. Não é preciso ir muito longe, basta observar os próprios provedores de public cloud. Apesar de terem acesso a recursos bare metal ilimitados e sem custos de licenciamento com os quais se preocupar, os gigantes da cloud consistentemente rodam containers em VMs. Por quê? Porque essa combinação entrega o que a infraestrutura moderna exige: segurança, flexibilidade, escalabilidade e eficiência operacional.
Por Que as VMs Vencem para a Maioria das Workloads
A justificativa para rodar containers em VMs se resume a várias vantagens críticas. Em primeiro lugar, está a segurança. Embora os containers forneçam um bom isolamento lógico, eles não foram projetados para separar múltiplos tenants com as barreiras de "fortaleza" oferecidas pelas VMs. A capacidade de fornecer a infraestrutura ágil e responsiva que os clusters Kubernetes modernos precisam é outra. Máquinas virtuais podem ser provisionadas, reconfiguradas e migradas em segundos. Nodes bare metal, por outro lado, estão presos a configurações de servidor físico e limitados por operações de hardware mais lentas.
As realidades operacionais também devem ser consideradas. Rodar containers em bare metal pode introduzir desafios como raios de explosão de falha maiores, dificuldade em gerenciar nodes enormes com milhares de containers, utilização subótima de recursos e escalabilidade de cluster menos flexível. A maioria das equipes corporativas hoje enfrentaria custos significativos de requalificação e reestruturação para gerenciar containers em bare metal em escala. Em contraste, elas possuem décadas de experiência com ferramentas e processos de virtualização.
A Abordagem da Plataforma Moderna
Plataformas como o VMware Cloud Foundation (VCF) exemplificam a direção futura: infraestrutura unificada que gerencia de forma transparente VMs e containers juntos. Essa convergência faz um sentido particular para as aplicações de modo misto comuns nas empresas hoje.
A conclusão? VMs e containers não são concorrentes – são tecnologias complementares operando em diferentes níveis da stack. Para a vasta maioria dos casos de uso corporativos, a combinação de containers rodando em VMs oferece a segurança, agilidade e benefícios operacionais que a infraestrutura moderna exige.
Leia o relatório da IDC para saber mais sobre por que os containers rodam melhor em VMs, e confira este relatório complementar da IDC para descobrir por que faz sentido utilizar uma única plataforma, como o VCF, para implantar e gerenciar ambos.
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